ANÁLISE DO “LIVRO” O ESPIRITISMO REVISADO – Prefácio

25 set

ANÁLISE DO “LIVRO” O ESPIRITISMO REVISADO – Prefácio

 

Colocarei muitos posts, analisando o livro Espiritismo Revisado, escrito pelo pseudônimo Walter White, sendo que todos os posts estarão na categoria “Análise crítica do livro Espiritismo Revisado”.

 

O “livro” escrito por WW está no site www.vitrinedigital.org/livro.

Observação : Ao fazer esta edição, verifiquei que, WW retirou o “livro” da Internet.

 

Após, ler este “livro” escrito pelo pseudônimo Walter White, com a nítida intenção de denegrir o Espiritismo, resolvi fazer uma análise e pesquisa sobre  os assuntos abordados.

 

Pelos comentários de WW, pode-se notar a sua completa ignorância a respeito da Doutrina Espírita, apesar dele se  autodenominar “ex-espírita”.

 

Coloquei entre aspas, os comentários dele, para em seguida colocar a minha análise e pesquisa sobre o assunto.

 

 

Eis os primeiros questionamentos feitos por WW:

“Estudo sobre as incoerências da Doutrina Espírita de Alan Kardec.”

“Por que este texto foi escrito?”

“Nas poucas vezes que ousei fazer perguntas diretas, como por exemplo, “por que é que não usam mais cestas para psicografia?”, tive que “engolir” respostas do tipo “calma, você está começando… você tem muito que aprender”.

 

A resposta é fácil: Por que usar um meio arcaico (só serviu para dar início às manifestações), se é muito mais fácil usar a psicografia?

 

 

Sobre as cestas, vamos ver o que nos relata Allan Kardec no item IV da Introdução do Livro dos Espíritos:

 

As primeiras manifestações inteligentes aconteceram por meio de mesas se levantando e batendo, com um dos pés, um número determinado de pancadas e respondendo desse modo sim ou não, segundo fora convencionado, a uma questão proposta. Até aí, não havia nada de convincente para os céticos, porque se podia acreditar num efeito do acaso.

 

Obtiveram-se, em seguida, respostas mais desenvolvidas por meio das letras do alfabeto: o objeto móvel, batendo um número de vezes correspondente ao número de ordem de cada letra, chegava a formular palavras e frases respondendo às perguntas propostas.

 

A precisão das respostas e sua correlação com a pergunta causaram espanto. O ser misterioso que assim respondia, quando interrogado sobre sua natureza, declarou que era um Espírito ou gênio, deu o seu nome e forneceu diversas informações a seu respeito.

 

Aqui há um fato muito importante que convém ressaltar: ninguém havia imaginado os Espíritos como um meio de explicar o fenômeno. Foi o próprio fenômeno que se revelou. Muitas vezes, nas ciências exatas, formulam-se hipóteses para se ter uma base de raciocínio, mas isso não ocorreu nesse caso.

 

Esse meio de comunicação era demorado e incômodo. O Espírito, e isso ainda é uma circunstância digna de nota, indicou um outro processo.

 

Foi um desses seres espirituais que ensinou a prender um lápis a um pequeno cesto ou a um outro objeto.

 

Esse cesto, colocado sobre uma folha de papel, foi posto em movimento pelo mesmo poder oculto que fazia mover as mesas;

 

 mas, em vez de um simples movimento regular, o lápis traçou, por si mesmo, letras formando palavras, frases e discursos inteiros de muitas páginas, tratando das mais altas questões da filosofia, da moral, da metafísica, da psicologia, etc., e isso com tanta rapidez como se fosse escrito à mão.

 

Esse conselho foi dado simultaneamente nos Estados Unidos, na França e em diversos países.

Na Introdução do Livro dos Espíritos – item V , Allan Kardec nos diz:

O SURGIMENTO DA PSICOGRAFIA

 

Mais tarde se reconheceu que o cesto e a prancheta, na realidade, eram apenas um substituto da mão, e o médium, pegando diretamente o lápis, pôs-se a escrever por um impulso involuntário e quase febril.

 

Dessa forma, as comunicações tornaram-se mais rápidas, fáceis e completas. Hoje é o meio mais empregado, tanto é que o número de pessoas dotadas dessa aptidão é muito grande e multiplica-se todos os dias.

 

 A experiência fez conhecer outras variedades da faculdade mediúnica e constatou-se que as comunicações poderiam igualmente ter lugar pela fala, pela audição, pela visão, pelo tato, etc. e até mesmo pela escrita direta dos Espíritos, ou seja, sem a interferência da mão do médium nem do lápis.

 

 

Nos próximos Posts colocarei muitos estudos, relacionando os textos espíritas com versículos bíblicos.

Aguarde o próximo Post para a continuação.

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