ESPIRITISMO E CIÊNCIA – ESCOTOGRAFIA

30 set

Escotografia

Antonio Elegido. Revista de Parapsicologia 16

http://www.guia.heu.nom.br/Escotografia.htm

Escotografia


(Skotos=obscuro e grafein=escrever)
,é o termo proposto por Felícia_Scatcherd no Primeiro Congresso Internacional de Pesquisas Psíquicas realizado em Copenhague.

Seria impressão no escuro, em oposição à fotografia propriamente dita, que é a impressão pela luz.

Poderíamos classificar a escotografia, como método de ajuda para pesquisar a fenomenologia_parapsicológica, visando o processo técnico por meio do qual se obtém as fotografias.

Ou mais exatamente, segundo a natureza das radiações pelas quais seria impressionada a chapa fotográfica.

Deste modo, a classificação é a seguinte:

-Fotografias de objetos visíveis capazes de impressionar não só as chapas fotográficas como também nossa retina.

-Fotografias de objetos invisíveis que apesar de incapazes de impressionar nossa retina, deixariam seus vestígios nas chapas fotográficas.

As primeiras seriam chamadas fotografias parapsicológicas.

 As segundas, objeto de nosso estudo, são as escotografias, ou também chamadas:

       “fotografias espíritas”,

       “fotografia transcendental”, “

       “fotografia do pensamento”,

       “psicofotografia”.

Tudo o que é visível para a objetiva da máquina fotográfica e susceptível de ser reproduzido na fotografia, deve necessariamente, por essa mesma razão, ser visível ao olho humano?

Devemos responder que realmente existem coisas totalmente invisíveis ao olho humano, e que, porém, podem ser fotografadas.

Por exemplo, num quarto ao qual só tem acesso os raios ultra-violetas do espectro solar, uma fotografia pode ser tirada por meio dessa luz escura“.

Num quarto assim iluminado, os objetos são claramente visíveis para a lente da câmara escura; em todos os casos eles podem ser reproduzidos sem que a mínima claridade seja percebida pelo olho humano.

A dramatização mais frequente foi a de atribuir as escotografias aos espíritos dos mortos.

Com isto, houve uma grande dificuldade no campo da pesquisa, dado que a maioria da bibliografia existente denota uma grande falta de objetividade por estar mesclada de paixões religiosas que dificultam um trabalho objetivo e eficiente.

Charles_Richet e o Dr. Geley experimentaram com o dotado Pasquale Erto, em condições muito satisfatórias. Obtiveram escotografias para o Instituto Metapsíquico Internacional de Paris.

O célebre investigador René Sudré concluiu: “O controle exclui absolutamente a possibilidade de fraude. Trata-se de autênticos fenômenos de escotografias“.

A Telergia, energia somática pode se exteriorizar e tornar-se inclusive visível (ectoplasma) dirigida pela psicobulia ( vontade inconsciente).

O ectoplasma, pouco denso, e por isso invisível, formaria a imagem, a idéia plasmada que aparece nas fotografias.

Esse ectoplasma que forma a imagem tem sido visto e fotografado, no começo, em forma de vapor nebuloso, luminoso, condensando-se depois, pouco a pouco e adquirindo contornos mais definidos.

O agricultor Felipe, de temperamento introvertido vivia com sua mulher e seu filho Eduardo de 5 anos em Goiás – Brasil. Numa das suas raras visitas ao povoado ficou apaixonado por uma mulher de nome Laura, com a qual começou a ter relações.

Por influências dela, matou a mulher e o filho, enterrando-os no jardim da sua própria casa, dizendo no povoado que tinha sido abandonado por eles, coisa que não estranhou a ninguém, pois todos conheciam o relacionamento existente entre Laura e Felipe.

O caso foi comentado por alguns dias e depois o assunto esfriou, passando Felipe a viver abertamente com sua amante. Para ter uma lembrança da feliz união com Laura, Felipe levou-a certo domingo ao povoado, onde posaram para uma fotografia.

Na quarta-feira seguinte, quando Felipe voltou para buscar as fotografias, levou um grande susto. Além do casal, apareciam duas figuras transparentes. Felipe fixou o olhar sobre a foto e reconheceu sua esposa e filho assassinados por ele.

 A cena foi rápida: o assassino caiu de joelhos e confessou o crime. Laura teve tempo de fugir. Felipe enlouqueceu.

Outro caso: Sebastião Sá Barreto, ex-diretor da equipe de futebol Leon XIII, de Recife (Brasil), morreu em 1969, em consequência de uma trombose. Em 1970, ao serem reveladas as fotografias do casamento de sua filha, ele apareceu nas mesmas.

Os parentes, amigos e colegas da infância não duvidaram em identificá-lo pelas orelhas abertas e unidas ao rosto, pelo corte de cabelo, e pela maneira relaxada de sentar-se, etc.

Não havia nenhuma dúvida: a única pessoa estranha à cerimônia fora o fotógrafo, Joaquim de Souza, que diz não ter dúvidas da não presença daquela pessoa, já que foi uma cerimônia simples, com poucas pessoas, sem convidados e só com a família presente.

Todos os assistentes reconheceram que durante a cerimônia seus pensamentos estavam voltados, é lógico, para o falecido.

No próximo Post tentarei colocar a primeira fotografia da Alma.

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