LEIS MORAIS – LEI DIVINA ou NATURAL

11 dez

 LEIS MORAIS

 

Mateus 5 : 17Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas;

não vim para revogar, vim para cumprir.

 

Hebreus 1 : 13 Ora, a qual dos ANJOS jamais disse: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos por estrado dos teus pés?

Hebreus 1 : 14Não são todos eles ESPÍRITOS ministradores, enviados para serviço a favor dos que hão de herdar a salvação?

 

Hebreus 2 : 1 – 4

1  Por esta razão, importa que nos apeguemos, com mais firmeza, às verdades ouvidas, para que delas jamais nos desviemos.

Se, pois, se tornou firme a palavra falada por meio de anjos, e toda transgressão ou desobediência recebeu justo castigo,

3  como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação? A qual, tendo sido anunciada inicialmente pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelos que a ouviram;

4  dando Deus testemunho juntamente com eles, por sinais, prodígios e vários milagres e por distribuições do Espírito Santo, segundo a sua vontade.

 

LEIS MORAIS

 

Livro : O Livro dos EspíritosParte TerceiraLEIS MORAIS

 

Nessa terceira parte de O Livro dos Espíritos, vamos estudar as Leis Morais estabelecidas por Deus.

Elas estão divididas em 12 capítulos :

 

– Lei Divina ou Natural

– Lei da Adoração

– Lei do Trabalho

– Lei de Reprodução

– Lei de Conservação

– Lei de Destruição

– Lei de Sociedade

– Lei do Progresso

– Lei de Igualdade

– Lei de Liberdade

– Lei de Justiça, de Amor e de Caridade

– Perfeição Moral

 

Irei complementar esses textos, com os estudos feitos pelo Espírito Miramez, psicografado por João Nunes Maia .

 

Para começar, vamos nos adiantar um pouco, apresentando o item 629 :

 

629 Que definição se pode dar à moral?

A moral é a regra do bem proceder, ou seja, a que permite distinguir entre o bem e o mal.

Ela é fundada sobre o cumprimento da lei de Deus.

O homem procede bem quando faz tudo para o bem de todos porque, então, cumpre a lei de Deus.

 

Livro : Filosofia Espírita XIIIMiramez Psicografado por João Nunes Maia.

 

A moral é uma regra de bem proceder, e torna-se uma sequência de valores onde o homem encontra a paz de consciência.

Todo o Evangelho de Jesus fundamenta-se na educação dos seres humanos ; portanto é uma escola de moralidade divina.

 

Livro : O Livro dos EspíritosLEIS MORAISCapítulo ILEI DIVINA ou NATURAL

 

LEI DIVINA ou NATURAL

 

Características da lei natural

 

614 O que se deve entender por lei natural?

A lei natural é a lei de Deus.

É a única verdadeira para a felicidade do homem;

ela lhe indica o que deve ou não fazer, e ele é infeliz somente quando se afasta dela.

 

Livro : Filosofia Espírita  – XIII – Espírito Miramez  – Psicografado por João Nunes Maia.

 

614/LE

LEI NATURAL

 

A resposta do benfeitor espiritual à pergunta focalizada esclarece :

A lei natural é a lei de Deus.

É a única verdadeira para a felicidade do homem.

Indica-lhe o que deve fazer ou deixar de fazer e ele só é infeliz quando dela se afasta.

O sofrimento da humanidade é, pois, o afastamento da lei de Deus.

O homem a conhece mais pela intuição, dependendo dos seus sentimentos.

 

Quando Jesus disse : “batei e abrir-se-vos-á”, mostrou-nos os caminhos para o conhecimento de todas as leis da criação.

Bater às portas espirituais é buscar com interesse de aprender, é aplicar o esforço próprio todos os dias, é orar e vigiar.

As intenções muito valem no aprendizado de cada criatura de Deus.

 

Mateus 7 : 7Pedi, e dar-se-vos-á;

buscai e achareis;

batei, e abrir-se-vos-á.

 

Mateus 11 : 12Desde os dias de João Batista até agora, o reino dos céus é tomado por esforço, e os que se esforçam se apoderam dele.

 

Mateus 26 : 41Vigiai e orai, para que não entreis em tentação;

o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca.

 

Podemos voltar ao assunto anterior, no que se refere a fazer a vontade de Deus e a Sua justiça, que o mais virá por acréscimo de misericórdia.

 

Mateus 6 : 33buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.

 

Se queres compreender a vontade de Deus,

analisa  pacientemente seus feitos extraordinários,

medita na criação,

na vida que circula no Universo,

na inteligência que modela todas as formas e na expressão de vida que existe em tudo.

Basta conhecer-se a a si mesmo, para não negar a Força Soberana que nos dirige e protege.

 

Quando Jesus se referiu à natureza, focalizando as flores, como no caso dos lírios dos campos, disse Ele com o esplendor de Sua inteligência :

Eu, contudo, vos afirmo que nem Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles. (Mateus 6 : 29).

 

A inteligência humana perde para a lei da Natureza e, neste caso, no processamento das roupas naturais das flores, vemos que nem o rei, que se vestia com apuro, com linho e ouro dos mais requintados, onde mãos hábeis trabalhavam com perfeição, se vestia como uma simples flor, trabalhada pela natureza, no silêncio da sua expressão.

As flores são como beijos das árvores, em gratidão ao Seu criador.

 

A lei natural se divide ao infinito e nos mostra toda a vida envolvida no amor, que é a fonte de toda a beleza.

 

Jesus nos pede para que vigiemos e oremos, no sentido de que, nesse clima, nos encontraremos frente a frente com as leis naturais que nos protegem, como sendo as próprias mãos de Deus estendidas para as criaturas.

 

A humanidade tem de se voltar para a Natureza : ela é mãe bondosa e santa, que sabe preparar o alimento em todas as faixas da vida, para as vidas dos Espíritos, em todas as escalas a que pertencem.

 

A harmonia na mente é lei natural, de onde vertem todas as qualidades.

A desarmonia altera todas as qualidades nobres das criaturas, logo, é antinatural.

 

As palavras bem postas nos lábios, pronunciadas na ordem do amor, nos trazem um bem-estar indizível.

O verbo desorientado perturba o ambiente em que vivemos, e estraga muitas possibilidades de quem deseja viver bem.

 

O amor, na sua estrutura espiritual, ensinado por Jesus, é fonte de felicidade.

O ódio, inversão do amor, desespera quem o provoca, dando a entender que, por onde passa, somente deixa a morte.

 

Se procurarmos as leis naturais que moralizam, passaremos a viver bem em todas as sequências de vida; 

se as esquecermos, seremos infelizes, conforme afirma o benfeitor espiritual: só é infeliz quando dela se afasta.

 

 

Livro : Justiça DivinaEspírito EmmanuelPsicografado por Francisco C. Xavier – pág. 101 – 102.

 

“O espírito consciente, criado através dos milênios, nos domínios inferiores da Natureza, chega à condição de humanidade, depois de haver pago os tributos que a evolução lhe reclama.

À vista disso, é natural que compreendas que o livre-arbítrio estabelece determinada posição para cada alma, porquanto cada pessoa deve a si mesma a situação em que se coloca.

 

Romanos 14 : 12Assim, pois, cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus.

 

II Coríntios 5 : 10Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo, para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo.

 

Possuis o que deste.

Granjearás o que vens dando.

Conheces o que aprendeste.

Saberás o que estudas.

Encontraste o que buscavas.

Acharás o que procuras.

Obtiveste o que pediste.

Alcançarás o que almejas.

És hoje o que fizeste contigo mesmo ontem.

Serás amanhã o que fazes contigo hoje.

 

Chegamos, no dia claro da razão, simples e ignorantes diante do aprimoramento e do progresso, mas com liberdade interior de escolher o próprio caminho.

 

Todos temos, assim, na vontade a alavanca da vida, com infinitas possibilidades de mentalizar e realizar.

O governo do Universo é a justiça que define, em toda a parte, a responsabilidade de cada um.

A glória do Universo é a sabedoria, expressando luz nas consciências.

O sustento do Universo é o trabalho que situa cada inteligência no lugar que lhe compete.

A felicidade do Universo é o amor na forma do bem de todos.

 

O Criador concede às criaturas, no espaço e no tempo,as experiências que desejem, para que se ajustem, por fim, às leis de bondade e equilíbrio que o manifestam.

Eis porque permanecer na sombra ou na luz, na dor ou na alegria, no mal ou no bem, é ação espiritual que depende de nós.”

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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