Leis Morais – Lei Divina ou Natural – O BEM E O MAL – LE – item 633

30 set

Leis Morais – Lei Divina ou Natural – O BEM E O MAL – LE – item 633

 

Livro : O Livro dos EspíritosParte TerceiraCapítulo ILeis MoraisLei Divina ou NaturalO BEM E O MALitem 633.

 

O BEM E O MAL

 

633 A regra do bem e do mal, que se poderia chamar de reciprocidade ou de solidariedade, não pode se aplicar à conduta pessoal do homem para consigo mesmo.

Ele encontra na lei natural a regra dessa conduta e um guia seguro?

Quando comeis em excesso, isso vos faz mal.

Pois bem! Deus dá a medida daquilo que precisais.

 

 

Mateus 6 : 8 – Não vos assemelheis, pois, a eles;

porque Deus, o vosso Pai, sabe o de que tendes necessidade, antes que lho peçais.

 

Filipenses 4 : 19 – E o meu Deus, segundo a sua riqueza em glória, há de suprir, em Cristo Jesus, cada uma de vossas necessidades.

 

 

Quando a ultrapassais, sois punidos.

Ocorre o mesmo com tudo.

A lei natural traça para o homem o limite de suas necessidades;

quando a ultrapassa, é punido pelo sofrimento.

 

Hebreus 12 : 5 – e estais esquecidos da exortação que, como a filhos, discorre convosco: Filho meu, não menosprezes a correção que vem do Senhor, nem desmaies quando por ele és reprovado;

 

Hebreus 12 : 7 – É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos); pois que filho há que o pai não corrige?

 

Hebreus 12 : 9 – 11

9 – Além disso, tínhamos os nossos pais segundo a carne, que nos corrigiam, e os respeitávamos;

não havemos de estar em muito maior submissão ao Pai espiritual e, então, viveremos?

10 – Pois eles nos corrigiam por pouco tempo, segundo melhor lhes parecia;

Deus, porém, nos disciplina para aproveitamento, a fim de sermos participantes da sua santidade.

 

11 – Toda disciplina, com efeito, no momento não parece ser motivo de alegria, mas de tristeza;

ao depois, entretanto, produz fruto pacífico aos que têm sido por ela exercitados, fruto de justiça.

 

 

Se o homem escutasse, em todas as coisas, a voz que diz basta, evitaria a maior parte dos males de que acusa a natureza.

 

 

Livro : Filosofia Espírita –  Capítulo XXIEspírito MiramezPsicografado por João Nunes Maiaitem 633.

 

633/LE

 

A REGRA ÁUREA

 

A regra divina da vida está sempre pronta para nos defender de todos os males,

no entanto, nós outros é que fechamos os olhos e interrompemos nossa audição, para não ver, nem escutar.

 

Jeremias 5 : 21 – Ouvi agora isto, ó povo insensato e sem entendimento, que tendes olhos e não vedes, tendes ouvidos e não ouvis.

 

João 8 : 43 – Qual a razão por que não compreendeis a minha linguagem?

É porque sois incapazes de ouvir a minha palavra.

 

 

É nesse impasse que entra a dor, pois somente ela pode nos impedir de continuarmos nos caminhos de espinhos, cheio de ilusões passageiras.

 

Tiago 1 : 2 – 4

2 – Meus irmãos, tende por motivo de toda alegria o passardes por várias provações,

3 – sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança.

4 – Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes.

 

Tiago  1 : 12 – Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação;

porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam.

 

 

Nós já fomos programados por Deus, pela ciência divina que escapa ao raciocínio, para saber o que queremos e entender as nossas limitações.

 

Quem não sabe o limite da bebida mesmo que a água seja para todos um precioso líquido ?

Quem não sabe o limite da comida, mesmo que ela seja para as criaturas um motivo de vida física ?

Quem não reconhece o limite do bem vestir, os limites do sono, do lazer, e mesmo do trabalho ?

 

Todos são dotados de sensibilidades para manter o próprio bem e equilíbrio da natureza divina e humana.

São regras escritas por Deus na natureza, e que todos percebem, porque no ser humano elas se encontram escritas na consciência.

 

II Coríntios 4 : 1 – 2

Pelo que, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos;

pelo contrário, rejeitamos as coisas que, por vergonhosas, se ocultam, não andando com astúcia, nem adulterando a palavra de Deus;

antes, nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade.

 

 

Com o interesse em acertar, as leis de Deus que brilham por dentro de nós, se afloram, ficando mais visíveis, atendendo aos esforços no aprendizado.

Isso é lindo, e nos parece que a natureza é inteligente: como nos ama e atina pelos nossos apelos em todas as direções.

 

Quando comes com excesso, o aparelho digestivo avisa por muitos meios, e qual é o teu dever ?

Diminuir a carga de alimentos, pois, se não o fizeres, sofrerás pela invigilância.

 

Assim é tudo na vida.

Deste modo, Deus está em toda a parte, vigilante, para conservar a harmonia em toda a Sua criação.

 

Salmos 66 : 7 – 8

Ele, em seu poder, governa eternamente;

os seus olhos vigiam as nações;

não se exaltem os rebeldes.

Bendizei, ó povos, o nosso Deus; fazei ouvir a voz do seu louvor;

 

 

A nossa parte, mesmo sendo pequena, é de nosso dever cuidar dela, para que possamos conquistar a paz, que é caminho para a felicidade.

 

Os ensinamentos dos Espíritos são claros, de modo que a própria razão responderá à realidade.

 

Hebreus 1 : 14 – Não são todos eles ESPÍRITOS ministradores, enviados para serviço a favor dos que hão de herdar a salvação?

 

Hebreus 2 : 1 – 3

Por esta razão, importa que nos apeguemos, com mais firmeza, às verdades ouvidas, para que delas jamais nos desviemos.

 

Se, pois, se tornou firme a palavra falada por meio de anjos, e toda transgressão ou desobediência recebeu justo castigo,

 

como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação?

 

A qual, tendo sido anunciada inicialmente pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelos que a ouviram;

 

 

As leis naturais traçam para os homens seus limites, de modo que eles possam viver em paz consigo mesmos.

 

Quando eles persistem nos caminhos de desarmonias, certamente que eles são punidos pelo seu desleixo, e com a dor, aumentam suas experiências.

 

Ao voltar, em outras vidas que se sucedem, a sua mente não precisará mais nem usar a razão para encontrar o certo;

a intuição agirá, de modo a preservar o seu próprio equilíbrio.

 

O “modus vivendi” está assegurado pelas experiências, fruto de muitos infortúnios e de muitas vestimentas carnais.

 

II Coríntios 5 : 1 – 4

Sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos da parte de Deus um edifício, casa não feita por mãos, eterna, nos céus.

 

E, por isso, neste tabernáculo, gememos, aspirando por sermos revestidos da nossa habitação celestial;

se, todavia, formos encontrados vestidos e não nus.

 

Pois, na verdade, os que estamos neste tabernáculo gememos angustiados, não por querermos ser despidos, mas revestidos, para que o mortal seja absorvido pela vida.

 

Romanos 5 : 3 – 4

3 – E não somente isto, mas também nos gloriamos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança;

4 – e a perseverança, experiência;

e a experiência, esperança.

 

 

A natureza está cheia de regras áureas, de sorte a nos educar.

Quem já se encontra em caminho com elas sente a felicidade no andar e no viver junto a essas regras, por amar a disciplina e sentir o amor por tudo que existe na vida, criado por Deus.

 

Compete a nós estudarmos todos os dias as lições da natureza e, se não aprendemos ainda, busquemos nos livros dos homens, aqueles que já sabem copiar as lições onde Deus escreveu, ou buscar na própria consciência.

 

Tudo depende um pouco de maturidade espiritual, e antes que chegue essa hora, usa a tua inteligência, analisa as coisas e não percas tempo a ver somente os defeitos alheios, que são sempre frutos dos primeiros impulsos, quando estamos caminhando para a libertação.

 

Acordemos, pois o julgamento não nos leva a nada.

Sempre que pudermos, observemos a nós mesmos, onde existe muito trabalho a ser feito.

 

Mateus 7 : 1 – 2

Não julgueis, para que não sejais julgados.

Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados;

e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também.

 

Por que vês tu o argueiro no olho do teu irmão porém não reparas na trave que está no teu próprio ? (Lucas 6 : 41)

 

Romanos 13 : 8 – 10

A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros;

pois quem ama o próximo tem cumprido a lei.

 

Pois isto: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não cobiçarás, e, se há qualquer outro mandamento, tudo nesta palavra se resume:

Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

 

10  O amor não pratica o mal contra o próximo;

de sorte que o cumprimento da lei é o amor.

 

 

Podes ser um hábil observador, no entanto, quando saíres dos limites da tua pesquisa, passando a observar e propagar os defeitos alheios, sofrerás corrigendas à altura dos teus desequilíbrios.

Deves observar com todo empenho as leis naturais que agem dentro e fora de ti, a te convidar para o bem.

 

I Pedro 3 : 10 – 12

10  Pois quem quer amar a vida e ver dias felizes refreie a língua do mal e evite que os seus lábios falem dolosamente;

 

11  aparte-se do mal, pratique o que é bom, busque a paz e empenhe-se por alcançá-la.

 

12  Porque os olhos do Senhor repousam sobre os justos, e os seus ouvidos estão abertos às suas súplicas, mas o rosto do Senhor está contra aqueles que praticam males.

 

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