LEIS MORAIS – LEI DA ADORAÇÃO – 661 – A PRECE – É válido orar a Deus para perdoar nossas faltas?

30 nov

LEIS MORAISLEI DA ADORAÇÃO661A PRECE

É válido orar a Deus para perdoar nossas faltas?

 

Livro : O Livro dos EspíritosParte TerceiraLeis MoraisCapítulo IILei da AdoraçãoA PRECEitem 661.

 

661 É válido orar a Deus para perdoar nossas faltas?

Deus sabe discernir o bem e o mal;

a prece não oculta as faltas.

 

II Coríntios 5: 10 – Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo,

para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo.

 

 

Aquele que a Deus pede perdão de suas faltas,

apenas o obtém ao mudar de conduta.

 

II Coríntios 5 : 17 – E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura;

as coisas antigas já passaram;

eis que se fizeram novas.

 

Efésios 4 : 22 – 25

22  no sentido de que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe segundo as concupiscências do engano,

(concupiscência : desejo intenso de bens ou gozos materiais).
23  e vos renoveis no espírito do vosso entendimento,

24  e vos revistais do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade.

25  Por isso, deixando a mentira, fale cada um a verdade com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros.

 

 

As boas ações são as melhores preces, porque os atos valem mais do que as palavras.

 

Tiago 2 : 14 – 17

14  Meus irmãos, qual é o proveito, se alguém disser que tem fé, mas não tiver obras?

Pode, acaso, semelhante fé salvá-lo?

 

15  Se um irmão ou uma irmã estiverem carecidos de roupa e necessitados do alimento cotidiano,

16  e qualquer dentre vós lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos, sem, contudo, lhes dar o necessário para o corpo, qual é o proveito disso?

 

17  Assim, também a fé, se não tiver obras, por si só está morta.

 

 

Livro : O Evangelho segundo o EspiritismoCapítulo XBem- aventurados os Misericordiosos.Perdoai para que Deus vos perdoeitens 1 – 4.

 

Bem-aventurados os que são misericordiosos
 

Perdoai, para que Deus vos perdoe

 
1. Bem-aventurados os que são misericordiosos, porque obterão misericórdia. (MATEUS, cap. V, v. 7.)

 

2. Se perdoardes aos homens as faltas que cometerem contra vós, também vosso Pai celestial vos perdoará os pecados;

– mas, se não perdoardes aos homens quando vos tenham ofendido, vosso Pai celestial também não vos perdoará os pecados. ( MATEUS, cap. VI, vv. 14 e 15.)

 

3. Se contra vós pecou vosso irmão, ide fazer-lhe sentir a falta em particular, a sós com ele; se vos atender, tereis ganho o vosso irmão.

– Então, aproximando-se dele, disse-lhe Pedro: “Senhor, quantas vezes perdoarei a meu irmão, quando houver pecado contra mim? Até sete vezes?”

– Respondeu-lhe Jesus: “Não vos digo que perdoeis até sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes.” (MATEUS, cap. XVIII, vv. 15, 21 e 22.)

 

4. A misericórdia é o complemento da brandura, porquanto aquele que não for misericordioso não poderá ser brando e pacífico.

Ela consiste no esquecimento e no perdão das ofensas.

O ódio e o rancor denotam alma sem elevação, nem grandeza.

 

O esquecimento das ofensas é próprio da alma elevada, que paira acima dos golpes que lhe possam desferir.

Uma é sempre ansiosa, de sombria suscetibilidade e cheia de fel;

a outra é calma, toda mansidão e caridade.

 

Ai daquele que diz: nunca perdoarei.

Esse, se não for condenado pelos homens, sê-lo-á por Deus.

Com que direito reclamaria ele o perdão de suas próprias faltas, se não perdoa as dos outros?

Jesus nos ensina que a misericórdia não deve ter limites,

quando diz que cada um perdoe ao seu irmão, não sete vezes, mas setenta vezes sete vezes.

 

Há, porém, duas maneiras bem diferentes de perdoar:

uma, grande, nobre, verdadeiramente generosa, sem pensamento oculto, que evita, com delicadeza, ferir o amor-próprio e a suscetibilidade do adversário, ainda quando este último nenhuma justificativa possa ter;

 

a segunda é a em que o ofendido, ou aquele que tal se julga, impõe ao outro condições humilhantes e lhe faz sentir o peso de um perdão que irrita, em vez de acalmar;

se estende a mão ao ofensor, não o faz com benevolência, mas com ostentação, a fim de poder dizer a toda gente: vede como sou generoso!

Nessas circunstâncias, é impossível uma reconciliação sincera de parte a parte. Não, não há aí generosidade;

há apenas uma forma de satisfazer ao orgulho.

 

Em toda contenda, aquele que se mostra mais conciliador, que demonstra mais desinteresse, caridade e verdadeira grandeza d’alma granjeará sempre a simpatia das pessoas imparciais.

 

 

Livro : O Evangelho segundo o EspiritismoCapítulo XBem- aventurados os MisericordiososA Indulgênciaitens 17 – 18.

 

A Indulgência

Indulgência : misericórdia, tolerância, benevolência.

 
16. Espíritas, queremos falar-vos hoje da indulgência, sentimento doce e fraternal que todo homem deve alimentar para com seus irmãos, mas do qual bem poucos fazem uso.

 

A indulgência não vê os defeitos de outrem, ou, se os vê, evita falar deles, divulgá-los.

Ao contrário, oculta-os, a fim de que se não tornem conhecidos senão dela unicamente, e, se a malevolência os descobre, tem sempre pronta uma escusa (desculpa) para eles, escusa plausível, séria, não das que, com aparência de atenuar a falta, mais a evidenciam com pérfida intenção.

 

A indulgência jamais se ocupa com os maus atos de outrem, a menos que seja para prestar um serviço;

mas, mesmo neste caso, tem o cuidado de os atenuar tanto quanto possível.

 

Não faz observações chocantes, não tem nos lábios censuras;

apenas conselhos e, as mais das vezes, velados.

 

Quando criticais, que consequência se há de tirar das vossas palavras?

A de que não tereis feito o que reprovais, visto que estais a censurar;

que valeis mais do que o culpado.

 

Ó homens! quando será que julgareis os vossos próprios corações, os vossos próprios pensamentos, os vossos próprios atos,

sem vos ocupardes com o que fazem vossos irmãos?

Quando só tereis olhares severos sobre vós mesmos?

 

 

Mateus 7 : 1 – 5

Não julgueis, para que não sejais julgados.

Pois, com o critério com que julgardes, sereis julgados;

e, com a medida com que tiverdes medido, vos medirão também.

 

Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão, porém não reparas na trave que está no teu próprio?

 

Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, quando tens a trave no teu?

 

Hipócrita! Tira primeiro a trave do teu olho

e, então, verás claramente para tirar o argueiro do olho de teu irmão.

 

 

Sede, pois, severos para convosco, indulgentes para com os outros.

Lembrai-vos daquele que julga em última instância,

que vê os pensamentos íntimos de cada coração

e que, por conseguinte, desculpa muitas vezes as faltas que censurais, ou condena o que relevais,

porque conhece o móvel de todos os atos.

 

Salmos 139 : 1 – 2

SENHOR, tu me sondas e me conheces.

Sabes quando me assento e quando me levanto;

de longe penetras os meus pensamentos.

 

 

Lembrai-vos de que vós, que clamais em altas vozes: anátema! tereis, quiçá, cometido faltas mais graves.

Anátema : reprovação enérgica.

 

Sede indulgentes, meus amigos, porquanto a indulgência atrai, acalma, ergue,

ao passo que o rigor desanima, afasta e irrita. – José, Espírito protetor. (Bordéus, 1863.)

 

 

17. Sede indulgentes com as faltas alheias, quaisquer que elas sejam;

não julgueis com severidade senão as vossas próprias ações

e o Senhor usará de indulgência para convosco,

como de indulgência houverdes usado para com os outros.

 

Mateus 18 : 23 – 35

23  Por isso, o reino dos céus é semelhante a um rei que resolveu ajustar contas com os seus servos.

 

24  E, passando a fazê-lo, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos.

25  Não tendo ele, porém, com que pagar, ordenou o senhor que fosse vendido ele, a mulher, os filhos e tudo quanto possuía e que a dívida fosse paga.

 

26  Então, o servo, prostrando-se reverente, rogou: Sê paciente comigo, e tudo te pagarei.

27  E o senhor daquele servo, compadecendo-se, mandou-o embora e perdoou-lhe a dívida.

 

28  Saindo, porém, aquele servo, encontrou um dos seus conservos que lhe devia cem denários;

e, agarrando-o, o sufocava, dizendo: Paga-me o que me deves.

 

29  Então, o seu conservo, caindo-lhe aos pés, lhe implorava: Sê paciente comigo, e te pagarei.

30  Ele, entretanto, não quis; antes, indo-se, o lançou na prisão, até que saldasse a dívida.

 

31  Vendo os seus companheiros o que se havia passado, entristeceram-se muito e foram relatar ao seu senhor tudo que acontecera.

 

32  Então, o seu senhor, chamando-o, lhe disse: Servo malvado, perdoei-te aquela dívida toda porque me suplicaste;

33  não devias tu, igualmente, compadecer-te do teu conservo, como também eu me compadeci de ti?

 

34  E, indignando-se, o seu senhor o entregou aos verdugos, até que lhe pagasse toda a dívida.

 

35  Assim também meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão.

 

 

Sustentai os fortes: animai-os à perseverança.

Fortalecei os fracos, mostrando-lhes a bondade de Deus, que leva em conta o menor arrependimento;

mostrai a todos o anjo da penitência estendendo suas brancas asas sobre as faltas dos humanos e velando-as assim aos olhares daquele que não pode tolerar o que é impuro.

 

Compreendei todos a misericórdia infinita de vosso Pai e não esqueçais nunca de lhe dizer, pelos pensamentos, mas, sobretudo, pelos atos:

“Perdoai as nossas ofensas, como perdoamos aos que nos hão ofendido.”

 

Compreendei bem o valor destas sublimes palavras, nas quais não somente a letra é admirável, mas principalmente o ensino que ela veste.

 

Que é o que pedis ao Senhor, quando implorais para vós o seu perdão?

Será unicamente o olvido (esquecimento) das vossas ofensas?

Olvido que vos deixaria no nada, porquanto, se Deus se limitasse a esquecer as vossas faltas, Ele não puniria, é exato, mas tampouco recompensaria.

A recompensa não pode constituir prêmio do bem que não foi feito, nem, ainda menos, do mal que se haja praticado, embora esse mal fosse esquecido.

 

Pedindo-lhe que perdoe os vossos desvios,

o que lhe pedis é o favor de suas graças, para não reincidirdes neles,

é a força de que necessitais para enveredar por outras sendas,

as da submissão e do amor,

nas quais podereis juntar ao arrependimento, a reparação.

 

Quando perdoardes aos vossos irmãos, não vos contenteis com o estender o véu do esquecimento sobre suas faltas, porquanto, as mais das vezes, muito transparente é esse véu para os olhares vossos.

Levai-lhes simultaneamente, com o perdão, o amor;

fazei por eles o que pediríeis fizesse o vosso Pai celestial por vós.

 

Substituí a cólera que conspurca (suja, mancha), pelo amor que purifica.

Pregai, exemplificando, essa caridade ativa, infatigável, que Jesus vos ensinou;

pregai-a, como ele o fez durante todo o tempo em que esteve na Terra, visível aos olhos corporais e como ainda a prega incessantemente, desde que se tornou visível tão-somente aos olhos do Espírito.

 

Segui esse modelo divino;

caminhai em suas pegadas;

elas vos conduzirão ao refúgio onde encontrareis o repouso após a luta.

Como ele, carregai todos vós as vossas cruzes e subi penosamente, mas com coragem, o vosso calvário, em cujo cimo está a glorificação.João, bispo de Bordéus. (1862.)

 

Romanos 8 :18 – Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós.

 

 

18. Caros amigos, sede severos convosco, indulgentes para as fraquezas dos outros.

É esta uma prática da santa caridade, que bem poucas pessoas observam.

Todos vós tendes maus pendores a vencer, defeitos a corrigir, hábitos a modificar;

todos tendes um fardo mais ou menos pesado a alijar (livrar-se), para poderdes galgar o cume da montanha do progresso.

 

Por que, então, haveis de mostrar-vos tão clarividentes com relação ao próximo e tão cegos com relação a vós mesmos?

Quando deixareis de perceber, nos olhos de vossos irmãos, o pequenino argueiro (cisco) que os incomoda,

sem atentardes na trave que, nos vossos olhos, vos cega, fazendo-vos ir de queda em queda?

 

Lucas 6 : 41 – 42

41  Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão,

porém não reparas na trave que está no teu próprio?

 

42  Como poderás dizer a teu irmão: Deixa, irmão, que eu tire o argueiro do teu olho, não vendo tu mesmo a trave que está no teu?

Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e, então, verás claramente para tirar o argueiro que está no olho de teu irmão.

 

 

Crede nos vossos irmãos, os Espíritos.

 

Hebreus 1 : 14 – Não são todos eles ESPÍRITOS ministradores, enviados para serviço a favor dos que hão de herdar a salvação?

 

Hebreus 2 : 1 – 3

Por esta razão, importa que nos apeguemos, com mais firmeza, às verdades ouvidas, para que delas jamais nos desviemos.

Se, pois, se tornou firme a palavra falada por meio de anjos, e toda transgressão ou desobediência recebeu justo castigo,

como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação?

A qual, tendo sido anunciada inicialmente pelo Senhor, foi-nos depois confirmada pelos que a ouviram;

 

Hebreus 12: 25 – Tende cuidado, não recuseis ao que fala. Pois, se não escaparam aqueles que recusaram ouvir quem, divinamente, os advertia sobre a terra, muito menos nós, os que nos desviamos daquele que dos céus nos adverte,

 

 

Todo homem, bastante orgulhoso para se julgar superior, em virtude e mérito, aos seus irmãos encarnados, é insensato e culpado: Deus o castigará no dia da sua justiça.

O verdadeiro caráter da caridade é a modéstia e a humildade, que consistem em ver cada um apenas superficialmente os defeitos de outrem

e esforçar-se por fazer que prevaleça o que há nele de bom e virtuoso,

porquanto, embora o coração humano seja um abismo de corrupção, sempre há, nalgumas de suas dobras mais ocultas, o gérmen de bons sentimentos, centelha vivaz da essência espiritual.

 

Espiritismo! doutrina consoladora e bendita!

felizes dos que te conhecem e tiram proveito dos salutares ensinamentos dos Espíritos do Senhor!

 

João 16 : 12 – 14

12  Tenho ainda muito que vos dizer, mas vós não o podeis suportar agora;

 

13  quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade;

porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir.

 

14  Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu e vo-lo há de anunciar.

 

 

Para esses, iluminado está o caminho, ao longo do qual podem ler estas palavras que lhes indicam o meio de chegarem ao termo da jornada:

caridade prática, caridade do coração, caridade para com o próximo, como para si mesmo;

numa palavra:

caridade para com todos e amor a Deus acima de todas as coisas,

porque o amor a Deus resume todos os deveres

e porque impossível é amar realmente a Deus, sem praticar a caridade, da qual fez ele uma lei para todas as criaturas.Dufêtre, bispo de Nevers. (Bordéus.)

 

Mateus 22 : 36 – 40

36  Mestre, qual é o grande mandamento na Lei?

37  Respondeu-lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento.

38  Este é o grande e primeiro mandamento.

 

39  O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

40  Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.

 

 

I João 4 : 21 – Ora, temos, da parte dele, este mandamento:

que aquele que ama a Deus ame também a seu irmão.

 

 

Livro : Filosofia Espírita  XIII –  Capítulo 49Espírito MiramezPsicografado por João Nunes Maiaitem 661.

 

661/LE

 

PERDOAR FALTAS

 

Há muitas religiões que asseguram e têm esperança de que Deus perdoa todas as faltas cometidas, por apenas um simples arrependimento.

Como se enganam esses irmãos! Não há perdão de faltas para ninguém:

se assim fosse, seria para todas as criaturas, pois todos são filhos do mesmo Deus, e como Ele é amor, não poderia perdoar uns e deixar outros sob o peso das consequências que são geradas das faltas.

 

Romanos 14 : 12 – Assim, pois, cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus.

 

II Coríntios 5: 10 – Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo,

para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo.

 

Jeremias 17 : 10 – Eu, o SENHOR, esquadrinho o coração, eu provo os pensamentos;

e isto para dar a cada um segundo o seu proceder, segundo o fruto das suas ações.

 

 

Somente o ofendido é que deve perdoar ao ofensor, e isso não faz com que o ofensor se liberte das faltas cometidas;

a lei cobra dele o ato de desamor para com seu irmão em caminho.

Se o ofendido não perdoar, o revide faz com que ele entre na faixa do ofensor e com ele se afinize nas suas inferioridades.

 

A oração, mesmo a mais requintada nos sentimentos de amor, não esconde as faltas.

O perdão que nós mesmos podemos nos oferecer ante os nossos erros é a corrigenda dos nossos deslizes, é não mais dar vazão às paixões inferiores.

Vejamos o que responde sobre esse assunto, “O Livro dos Espíritos”:

 

“Aquele que a Deus pede perdão de suas faltas só o obtém mudando de proceder”.

 

II Coríntios 5 : 17 – E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura;

as coisas antigas já passaram;

eis que se fizeram novas.

 

Efésios 4 : 22 – 24

22  no sentido de que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe segundo as concupiscências do engano,

23  e vos renoveis no espírito do vosso entendimento,

24  e vos revistais do novo homem,

criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade.

 

Colocensenses 3 : 8 – 17

Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isto:

ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar.

 

Não mintais uns aos outros, uma vez que vos despistes do velho homem com os seus feitos

10  e vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou;

11  no qual não pode haver grego nem judeu, circuncisão nem incircuncisão, bárbaro, cita, escravo, livre;

porém Cristo é tudo em todos.

 

12  Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados,

de ternos afetos de misericórdia, de bondade, de humildade, de mansidão, de longanimidade.

 

13  Suportai-vos uns aos outros, perdoai-vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem.

Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós;

 

14  acima de tudo isto, porém, esteja o amor, que é o vínculo da perfeição.

 

15  Seja a paz de Cristo o árbitro em vosso coração, à qual, também, fostes chamados em um só corpo; e sede agradecidos.

 

16  Habite, ricamente, em vós a palavra de Cristo;

instruí-vos e aconselhai-vos mutuamente em toda a sabedoria,

louvando a Deus, com salmos, e hinos, e cânticos espirituais, com gratidão, em vosso coração.

 

17  E tudo o que fizerdes, seja em palavra, seja em ação, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai.

 

 

Ninguém sobe sem mudanças, e essas mudanças haverão de ser permanentes.

Elas se fazem pela Lei do Progresso em todos os setores da vida física e espiritual.

Se queres orar com mais segurança, faze boas ações;

é a melhor oração, abrindo os horizontes da mente para compreender a Deus e as Suas leis espirituais.

 

A prece tem uma escala muito grande, de modo que todos possam orar de acordo com a elevação alcançada.

O mundo espiritual atende a cada um conforme as suas necessidades.

 

Aqui, estamos falando para aqueles que já abriram os olhos à luz da verdade.

Espíritas, se achais que já granjeastes conhecimentos capazes de vos libertarem da escravidão da ignorância, colocai em ação o que aprendestes.

 

Não percais tempo! O tempo passa e se não trabalhardes no aprimoramento de vós mesmos, a ignorância ficará, e permanecendo ela em vossos caminhos, ela será sinônimo de sofrimento.

 

Não fiques de braços cruzados esperando perdão e tornando a cometer faltas;

o arrependimento é válido, tomando-se uma posição e seguindo outras diretrizes que a verdade determinar.

 

Nem Deus nem Cristo perdoam a ninguém;

Eles dão aos de boa vontade oportunidades de regenerar, de entrarem nas mudanças pra que a luz possa nascer no coração.

 

As faltas que se comete são processos de despertamento espiritual, porque onde o amor não dá resultado é preciso que venha a dor.

 

Ninguém engana a Deus.

Ele de tudo sabe, principalmente no que se refere aos Seus filhos, que preferem o caminho mais fácil.

 

Gálatas 6 : 7 – Não vos enganeis: de Deus não se zomba;

pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará.

 

Hebreus 4 : 12 – 13

12  Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes,

e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas,

e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração.

 

13  E não há criatura que não seja manifesta na sua presença;

pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos daquele a quem temos de prestar contas.

 

 

A Doutrina dos Espíritos abre os braços, como sendo a misericórdia de Jesus para a humanidade e fala de novo para todas as criaturas que padecem: “Vinde a mim, todos vós que sofreis, que eu vos aliviarei”.

 

O Espiritismo chegou à Terra acertando caminhos e indicando roteiros para todos os povos.

 

Quando as criaturas reconhecerem o patrimônio que têm dentro de si, indicado pela Doutrina dos Espíritos, não vão mais se interessar, do modo que buscam tanto, pelos valores externos;

passarão a estudar com maior fulgor a vida por dentro, onde se encontra até o próprio Deus, na Sua maior expressão de luz, dirigindo e alimentando as consciências.

 

Lucas 17 : 21 – Nem dirão: Ei-lo aqui! Ou: Lá está!

Porque o reino de Deus está dentro de vós.

 

 

Não espereis acomodados, o perdão de Deus; ele pertence a vós.

Vede o que fazeis com as mãos, e copiai as mãos de Jesus, que nunca pararam.

Operai com Ele em todos os rumos, que Deus acenderá em vós a própria luz.

 

João 5 : 17 – Mas ele lhes disse:

Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também.

 

 

Mateus 5 : 14 – 16

14  Vós sois a luz do mundo.

Não se pode esconder a cidade edificada sobre um monte;

 

15  nem se acende uma candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador, e alumia a todos os que se encontram na casa.

 

16  Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens,

para que vejam as vossas boas obras

e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus.

 

 

 

Livro : PENSAMENTOS QUE AJUDAMJosé Carlos De LuccaPágina 9Dupla de Auxílio.

 

DUPLA DE AUXÍLIO

 

“As boas ações são a melhor prece, porquanto os atos valem mais do que as palavras.” ALLAN KARDEC.

 

Orar e agir.

Eis uma dupla imbatível quando se fala em superação das dificuldades.

 

Pela prece, adquirimos força espiritual para resistirmos ao vendaval dos problemas que se abatem em nossa caminhada.

Quando oramos com a simplicidade do nosso coração, entramos em sintonia com as forças divinas e, automaticamente, somos envolvidos por energias que restauram as nossas forças.

 

Além do mais, através da prece, recebemos o apoio dos Espíritos de Luz, que nos inspiram a fé, a coragem e a sabedoria para superarmos os embates da vida.

 

Quando fazemos da prece um hábito, estamos mais bem preparados para vencer os desafios existenciais.

Lutamos com mais força, temos mais resistência e agimos com mais acerto.

Num mundo com tantos conflitos e desafios, viver sem oração é o mesmo que entrar numa guerra sem armadura !

 

Mas somente orar não basta. É preciso agir !

Ir ao encontro das soluções para nossas dificuldades.

Ninguém fará esse trabalho por nós.

 

Do mundo espiritual, vem a força, a orientação;

do Evangelho, vem a indicação do caminho a seguir, mas, da nossa parte, deve vir a atitude correspondente ao ideal de melhoria.

 

Por isso, Allan Kardec fala na força superior das boas atitudes.

Quando oramos e seguimos com as mãos vazias de atitudes, nossa prece fica no meio do caminho.

 

O doente que ora pedindo a cura deve buscar o equilíbrio das atitudes para a restauração da saúde.

Aquele que pede ao Alto um emprego precisa bater em muitas portas e mostrar os seus talentos.

 

O outro que suplica a paz dentro do lar necessita ser um pacificador junto aos familiares.

O que pede a Deus que lhe abra uma porta precisa ser uma porta aberta para os demais.

 

É preciso lembrar que Deus costuma agir através dos nossos passos e caminhos. 

Quando agimos com amor, a começar por nós mesmos, o caminho fica livre para Deus realizar o melhor por nós.

 

Oração e ação positiva!

Quando essa dupla se junta, grandes transformações acontecem.

E nós podemos começar a juntá-las agora mesmo, não é ?

 

 

Observação : Recomendo a leitura de todos os livros do Dr. José Carlos De Lucca, que, além de nos trazer excelentes mensagens, doa os direitos autorais para diversas entidades filantrópicas.

 

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