LEIS MORAIS – LEI DA ADORAÇÃO – 664 – A PRECE – É útil orar pelos mortos e pelos Espíritos sofredores?

15 jan

LEIS MORAISLEI DA ADORAÇÃO664A PRECEÉ útil orar pelos mortos e pelos Espíritos sofredores?

 

Livro : O Livro dos EspíritosParte TerceiraLeis MoraisCapítulo IILei da AdoraçãoA PRECEitem 664.

 

664 É útil orar pelos mortos e pelos Espíritos sofredores?

Nesse caso, como nossas preces podem levar alívio e abreviar seus sofrimentos?

Têm elas o poder de fazer abrandar a justiça de Deus?

 

A prece não pode ter por efeito mudar os desígnios de Deus,

mas a alma para quem se ora experimenta alívio,

porque é um testemunho de interesse que se lhe dá,

e porque o infeliz sempre encontra alívio quando almas caridosas se compadecem de suas dores.

 

De outro lado, pela prece, motiva-se ao arrependimento e ao desejo de fazer o que é preciso para ser feliz;

é nesse sentido que se pode abreviar sua pena, se por seu lado ajudar com sua boa vontade.

 

Esse desejo de melhorar, animado pela prece, atrai para junto do Espírito sofredor, Espíritos melhores que vêm esclarecê-lo, consolá-lo e lhe dar esperança.

Jesus orava pelas ovelhas desgarradas e mostra, dessa maneira, que seríeis culpados de não fazer o mesmo por aqueles que têm necessidade das vossas preces.

 

 

Lucas 15 : 3 – 7

Então, lhes propôs Jesus esta parábola:

Qual, dentre vós, é o homem que, possuindo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la?

Achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo.

E, indo para casa, reúne os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida.

 

Digo-vos que, assim, haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.

 

 

Livro : O Evangelho segundo o EspiritismoCapítulo XXVIIPEDI E OBTEREIS

 

Mateus 7 : 7 – 12

Pedi, e dar-se-vos-á;

buscai e achareis;

batei, e abrir-se-vos-á.

 

Pois todo o que pede recebe;

o que busca encontra;

e, a quem bate, abrir-se-lhe-á.

 

Ou qual dentre vós é o homem que, se porventura o filho lhe pedir pão, lhe dará pedra?

10  Ou, se lhe pedir um peixe, lhe dará uma cobra?

 

11  Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos,

quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem?

 

12  Tudo quanto, pois, quereis que os homens vos façam,

assim fazei-o vós também a eles;

porque esta é a Lei e os Profetas.

 

 

Da prece pelos mortos e pelos Espíritos sofredores

18. Os Espíritos sofredores reclamam preces e estas lhes são proveitosas,

porque, verificando que há quem neles pense,

menos abandonados se sentem, menos infelizes.

 

Entretanto, a prece tem sobre eles ação mais direta:

reanima-os, incute-lhes o desejo de se elevarem pelo arrependimento e pela reparação e, possivelmente, desvia-lhes do mal o pensamento.

É nesse sentido que lhes pode não só aliviar, como abreviar os sofrimentos. (Veja-se: O Céu e o Inferno, 2ª Parte – “Exemplos”.)

 

19. Pessoas há que não admitem a prece pelos mortos, porque, segundo acreditam, a alma só tem duas alternativas:

ser salva ou ser condenada às penas eternas, resultando, pois, em ambos os casos, inútil a prece.

 

Sem discutir o valor dessa crença, admitamos, por instantes, a realidade das penas eternas e irremissíveis e que as nossas preces sejam impotentes para lhes pôr termo.

Perguntamos se, nessa hipótese, será lógico, será caridoso, será cristão recusar a prece pelos réprobos (maus)?

Tais preces, por mais impotentes que fossem para os liberar, não lhes seriam uma demonstração de piedade capaz de abrandar-lhes os sofrimentos?

 

 

II Pedro 3 : 9 – Não retarda o SENHOR a sua promessa, como alguns a julgam demorada ;

pelo contrário , ele é longânimo (bondoso) para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que TODOS cheguem ao arrependimento.

 

I Timóteo 2 : 4 – o qual deseja que TODOS os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade.

 

 

Na Terra, quando um homem é condenado a galés perpétuas (Indivíduo sentenciado a trabalhos forçados), quando mesmo não haja a mínima esperança de obter-se para ele perdão, será defeso (proibido) a uma pessoa caridosa ir carregar-lhe os grilhões, para aliviá-lo do peso destes?

 

Em sendo alguém atacado de mal incurável, dever-se-á, por não haver para o doente esperança nenhuma de cura, abandoná-lo, sem lhe proporcionar qualquer alivio?

 

Lembrai-vos de que, entre os réprobos, pode achar-se uma pessoa que vos foi cara, um amigo, talvez um pai, uma mãe, ou um filho,

 

e dizei se, não havendo, segundo credes, possibilidade de ser perdoado esse ente, lhe recusaríeis um copo d’água para mitigar-lhe a sede?

Um bálsamo que lhe seque as chagas?

 

Não faríeis por ele o que faríeis por um galé?

Não lhe daríeis uma prova de amor, uma consolação?

Não, isso cristão não seria.

 

Uma crença que petrifica o coração é incompatível com a crença em um Deus que põe na primeira categoria dos deveres o amor ao próximo.

 

Gálatas 5 : 14 – Porque toda a lei se cumpre em um só preceito, a saber:

Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

 

 

A não eternidade das penas não implica a negação de uma penalidade temporária,

dado não ser possível que Deus, em sua justiça, confunda o bem e o mal.

 

Ora, negar, neste caso, a eficácia da prece,

fora negar a eficácia da consolação, dos encorajamentos, dos bons conselhos;

fora negar a força que haurimos (extraímos) da assistência moral dos que nos querem bem.

 

20. Outros se fundam numa razão mais especiosa (ilusória, enganadora):

a imutabilidade dos decretos divinos.

 

Deus, dizem esses, não pode mudar as suas decisões a pedido das criaturas;

a não ser assim, careceria de estabilidade o mundo.

 

O homem, pois, nada tem de pedir a Deus, só lhe cabendo submeter-se e adorá-lo.

 

Há, nesse modo de raciocinar, uma aplicação falsa do princípio da imutabilidade da lei divina, ou melhor, ignorância da lei, no que concerne à penalidade futura.

 

 

Salmos 103 : 8 – 9

8 – O SENHOR é misericordioso e compassivo (tem compaixão);

longânimo e assaz (muito) benigno.

 

9 – Não repreende perpetuamente, nem conserva para sempre a sua ira.

 

 

Essa lei revelam-na hoje os Espíritos do Senhor, quando o homem se tornou suficientemente maduro para compreender o que, na fé, é conforme ou contrário aos atributos divinos.

 

Hebreus 1 : 14 – Não são todos eles ESPÍRITOS ministradores, enviados para serviço a favor dos que hão de herdar a salvação?

 

Hebreus 2 : 1 – Por esta razão, importa que nos apeguemos, com mais firmeza, às verdades ouvidas, para que delas jamais nos desviemos.

 

 

Segundo o dogma da eternidade absoluta das penas,

não se levam em conta ao culpado os remorsos, nem o arrependimento.

 

Atos 26 : 20 – mas anunciei primeiramente aos de Damasco e em Jerusalém, por toda a região da Judéia, e aos gentios,

que se arrependessem e se convertessem a Deus, praticando obras dignas de arrependimento.

 

Romanos 2 : 4 – Ou desprezas a riqueza da sua bondade, e tolerância, e longanimidade,

ignorando que a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento?

 

II Coríntios 7 : 10 – Porque a tristeza segundo Deus produz arrependimento para a salvação, que a ninguém traz pesar;

mas a tristeza do mundo produz morte.

 

 

É-lhe inútil todo desejo de melhorar-se: está condenado a conservar-se perpetuamente no mal.

Se a sua condenação foi por determinado tempo, a pena cessará, uma vez expirado esse tempo.

 

Mas, quem poderá afirmar que ele então possua melhores sentimentos?

Quem poderá dizer que, a exemplo de muitos condenados da Terra, ao sair da prisão, ele não seja tão mau quanto antes?

 

No primeiro caso, seria manter na dor do castigo um homem que volveu ao bem;

no segundo, seria agraciar a um que continua culpado.

 

A lei de Deus é mais previdente.

Sempre justa, equitativa e misericordiosa, não estabelece para a pena, qualquer que esta seja, duração alguma.

 

Ela se resume assim:

 

21. “O homem sofre sempre a consequência de suas faltas;

não há uma só infração à lei de Deus que fique sem a correspondente punição.

 

 

Salmo 28: 4 – Paga-lhes segundo as suas obras, segundo a malícia dos seus atos;

dá-lhes conforme a obra de suas mãos, retribui-lhes o que merecem.

 

Salmos 62 : 12 – e a ti, Senhor, pertence a graça, pois a cada um retribuis segundo as suas obras.

 

Mateus 16 : 27 : Porque o Filho do homem há de vir na glória de seu Pai, com os seus anjos, e então retribuirá a cada um conforme as suas obras.

 

Romanos 14 : 12 – Assim, pois, cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus.

 

II Coríntios 5: 10 – Porque importa que todos nós compareçamos perante o tribunal de Cristo,

para que cada um receba segundo o bem ou o mal que tiver feito por meio do corpo.

 

 

“A severidade do castigo é proporcionada à gravidade da falta.

 

“Indeterminada é a duração do castigo, para qualquer falta;

 

fica subordinada ao arrependimento do culpado e ao seu retorno a senda do bem;

 

a pena dura tanto quanto a obstinação (persistência) no mal;

 

seria perpétua, se perpétua fosse a obstinação;

 

dura pouco, se pronto é o arrependimento.

 

 

I Timóteo 2 : 4 – o qual deseja que TODOS os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade.

 

 

“Desde que o culpado clame por misericórdia,

Deus o ouve e lhe concede a esperança.

 

Mas, não basta o simples pesar do mal causado;

 

é necessária a reparação,

pelo que o culpado se vê submetido a novas provas

em que pode, sempre por sua livre vontade,

praticar o bem, reparando o mal que haja feito.

 

Hebreus 12 : 7 – É para disciplina que perseverais (Deus vos trata como filhos); pois que filho há que o pai não corrige?

 

Hebreus 12 : 10 – Pois eles (os pais) nos corrigiam por pouco tempo, segundo melhor lhes parecia;

Deus, porém, nos disciplina para aproveitamento,

a fim de sermos participantes da sua santidade.

 

Ezequiel 18 : 30 – 32

30 – Portanto, eu vos julgarei, a cada um segundo os seus caminhos,

ó casa de Israel, diz o SENHOR Deus.

 

Convertei-vos e desviai-vos de todas as vossas transgressões;

e a iniquidade não vos servirá de tropeço.

 

31 – Lançai de vós todas as vossas transgressões com que transgredistes

 

e criai em vós coração novo e espírito novo;

 

pois, por que morreríeis, ó casa de Israel?

 

32 – Porque não tenho prazer na morte de ninguém, diz o SENHOR Deus.

Portanto, convertei-vos e vivei.

 

 

Livro : Filosofia Espírita  XIV –  Capítulo 1Espírito MiramezPsicografado por João Nunes Maia – item 664.

 

664/LE

 

ORAR PELOS MORTOS

 

Devemos sempre orar pelos Espíritos desencarnados, principalmente pelos sofredores que ignoram a bondade de Deus.

 

Mateus 22 :32 – Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaque e o Deus de Jacó?

 

Ele não é Deus de mortos, e sim de vivos.

 

 

Marcos 12 : 27 – Ora, ele não é Deus de mortos, e sim de vivos.

Laborais em grande erro.

 

Lucas 20 : 38 – Ora, Deus não é Deus de mortos, e sim de vivos;

porque para ele todos vivem.

 

 

Mesmo que seja uma alma devedora em todas as circunstâncias, violenta em todas as suas atividades,

devemos a ela um gesto cristão, oferecendo as nossas orações, o nosso carinho

para que possa modificar suas intenções

e despertar em seu coração o interesse de ser útil aos que sofrem igualmente.

 

 

Mateus 9 : 10 – 13

10  E sucedeu que, estando ele em casa, à mesa, muitos publicanos e pecadores vieram e tomaram lugares com Jesus e seus discípulos.

11  Ora, vendo isto, os fariseus perguntavam aos discípulos: Por que come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores?

 

12  Mas Jesus, ouvindo, disse:

 

Os sãos não precisam de médico, e sim os doentes.

 

 

13  Ide, porém, e aprendei o que significa:

Misericórdia quero e não holocaustos;

 

pois não vim chamar justos, e sim pecadores ao arrependimento.

 

 

Não é perda de tempo, como alguns pensam, e certas filosofias ensinam;

é dever do homem de bem orar pelos que sofrem ou causam sofrimentos aos outros.

São os doentes que precisam ser tratados.

 

 

Lucas 6 : 35 – 36

35  Amai, porém, os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem esperar nenhuma paga;

será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo.

 

Pois ele é benigno até para com os ingratos e maus.

 

36  Sede misericordiosos, como também é misericordioso vosso Pai.

 

 

A prece não vai mudar os desígnios de Deus, nem diminuir as provas dos que incorreram em faltas,

porém é força poderosa que parte do coração misericordioso que se instrui com Jesus.

O Mestre é a misericórdia viva que veio de Deus para a humanidade.

 

Filipenses 1 : 8 –  Pois minha testemunha é Deus, da saudade que tenho de todos vós, na terna misericórdia de Cristo Jesus.

 

 

A oração tem o poder de levar ao desesperado a paciência;

ao violento, a calma,

ao odiento, o amor,

ao sofredor, o alívio.

É nesse processo de socorro que se vê o tesouro da prece, quando feita por amor às criaturas.

 

E, ainda mais, a súplica direcionada a outrem tem a propriedade de condicionar no Espírito visado os sentimentos que a acompanham,

de modo que o aliviado medite sobre essas bênçãos

e tenha o ensejo de modificar seu modo de vida,

passando a trabalhar dentro de si

e aprimorando seus pensamentos, palavras e obras,

pelo simples toque de uma oração a serviço da caridade.

 

 

Efésios 4 : 22 – 24

22  no sentido de que, quanto ao trato passado,

vos despojeis do velho homem,

que se corrompe segundo as concupiscências do engano,

 

23  e vos renoveis no espírito do vosso entendimento,

24  e vos revistais do novo homem,

criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade.

 

 

Oremos sempre, entretanto, esquecendo o fanatismo que sempre carrega consigo o apego às coisas materiais,  acreditando mais nas formas do que na energia que circula em nome d”Aquele que é tudo para nós outros.

 

Se devemos orar pelos mortos ? Claro que devemos;

 

eles são os mesmos que antes carregavam um fardo físico,

e a energia circulante e divina da oração, quando é doada por amor,

tem o poder de buscar a criatura visada em qualquer lugar do Universo em frações de segundo,

envolvendo o Espírito doente e abatido no carinho e no amor que se desprendeu dos sentimentos de quem ofertou a oração nas linhas da caridade.

 

 

I Pedro 3 : 19 –  no qual também (Cristo) foi e pregou aos espíritos em prisão,

 

I Pedro 4 : 6 –  pois, para este fim, foi o evangelho pregado também a mortos,

 

para que, mesmo julgados na carne segundo os homens,

vivam no espírito segundo Deus.

 

 

Para saber orar do modo que Jesus ensinou, necessário se faz que amemos a Deus sobre todas as coisas, e em todas as coisas.

 

Mateus 22 : 37 – Respondeu-lhe Jesus:

Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento.

 

 

Nesse ritmo de súplica, o que ora, já está vislumbrando o reino da felicidade e gozando do reino de Deus, como Espírito livre de todos os agravos com que a humanidade possa tentar atingir seu coração.

 

Para buscar no Evangelho mais segurança quanto à conduta da alma iluminada, verifiquemos o que o Mestre disse, anotado por Marcos, no capítulo doze, versículo trinta e quatro:

 

Vendo Jesus que ele havia respondido sabiamente, declarou-lhe: Não estás longe do reino de Deus.

E já ninguém mais ousava interrogá-lo.

 

 

Marcos 12 : 28 – 34

28  Chegando um dos escribas, tendo ouvido a discussão entre eles, vendo como Jesus lhes houvera respondido bem, perguntou-lhe:

Qual é o principal de todos os mandamentos?

 

29  Respondeu Jesus: O principal é:

Ouve, ó Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor!

 

30  Amarás, pois, o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e de toda a tua força.

 

31  O segundo é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo.

Não há outro mandamento maior do que estes.

 

32  Disse-lhe o escriba: Muito bem, Mestre, e com verdade disseste que ele é o único, e não há outro senão ele,

 

33  e que amar a Deus de todo o coração e de todo o entendimento e de toda a força,

e amar ao próximo como a si mesmo excede a todos os holocaustos e sacrifícios.

 

34  Vendo Jesus que ele havia respondido sabiamente, declarou-lhe: Não estás longe do reino de Deus.

E já ninguém mais ousava interrogá-lo.

 

 

O primeiro passo para o caminho da serenidade

é não responder à ofensa, porque o agravo vem com o magnetismo inferior do ofensor

e cria ambiente para discussões estéreis,

de modo que pode surgir a discórdia e mesmo a inimizade,

a durarem por tempo indeterminado.

 

 

Mateus 5 : 43 – 48

43  Ouvistes que foi dito:

Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo.

 

44  Eu, porém, vos digo:

amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem;

 

45  para que vos torneis filhos do vosso Pai celeste,

porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons

e vir chuvas sobre justos e injustos.

 

46  Porque, se amardes os que vos amam, que recompensa tendes?

Não fazem os publicanos também o mesmo?

 

47  E, se saudardes somente os vossos irmãos, que fazeis de mais?

Não fazem os gentios também o mesmo?

48  Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste.

 

 

A violência é fonte de sofrimento e de mal-estar,

e em seu lugar deve nascer o perdão, porque ele asserena todas as fúrias.

 

Se o ofensor continuar, os Espíritos superiores isolarão suas investidas no homem de bem,

e ele ficará a sós com as suas maldades e suas paixões inferiores.

 

É útil, sim, orar pelos Espíritos sofredores em qualquer estágio em que se encontrarem,

pois a prece do coração em Cristo é luz que estabiliza a harmonia, onde for direcionada.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: